
Two, one two three four
Ev'rybody's talking about
Bagism, Shagism, Dragism, Madism, Ragism, Tagism
This-ism, that-ism, is-m, is-m, is-m.
All we are saying is give peace a chance
All we are saying is give peace a chance
C'mon
Ev'rybody's talking about Ministers,
Sinisters, Banisters and canisters
Bishops and Fishops and Rabbis and Pop eyes,
And bye bye, bye byes.
All we are saying is give peace a chance
All we are saying is give peace a chance
Let me tell you now
Ev'rybody's talking about
Revolution, evolution, masturbation,
flagellation, regulation, integrations,
meditations, United Nations,
Congratulations.
Ev'rybody's talking about
John and Yoko, Timmy Leary, Rosemary,
Tommy Smothers, Bobby Dylan, Tommy Cooper,
Derek Taylor, Norman Mailer,
Alan Ginsberg, Hare Krishna,
Hare, Hare Krishna
Give Peace A Chance
John Lennon And The Plastic Ono Band, 1969
A música que faço é um produto das circunstâncias imediatas do tempo em que eu vivo, e passará a ser encarada de outra forma quando essas circunstâncias desaparecerem. É uma coisa que, se perdurar graças aos discos, ficará apenas com o valor de documento, como acontece com toda a pequena música, desde os Beatles ao Manuel Freire. E já ficarei muito orgulhoso se, daqui a muitos anos, puder ser entendido como um compositor que se integrava bem nos acontecimentos desta época...

Quando eu morrer, morre a guitarra também. O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele. Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer, morrerá comigo a minha guitarra.
Chegou no fim da tarde, tinha 10 anos e vamos chamar-lhe João.
Tinha caído enquanto brincava, do que resultou um Traumatismo Crâneano com fractura.
Ficou então internado connosco para observação.
Passado o tempo necessário e sem alterações neurológicas aparentes, começou-se, como é habitual, a falar na alta.
Foi então que o João começou a apresentar um comportamento diferente: muito queixoso quando nos aproximávamos, muito bem-disposto na presença do pai e cabisbaixo e apático na presença da mãe e do padrasto.
Indagando, lá chegámos ao cerne da questão: os pais do João estavam divorciados e tinham reorganizado a sua vida pessoal com novos companheiros.
O João queria sair do hospital e ir para casa do pai, mas a madrasta não o aceitava. O João via o pai, apenas, quando este o visitava em casa da mãe.
É uma pena, que quando as relações não correm bem entre os casais, sejam geralmente as crianças quem mais sofre.
A osteoporose é uma doença óssea, que resulta da carência de cálcio nos ossos, originando uma redução da massa óssea e consequentemente uma deterioração da sua qualidade. Os ossos vão-se tornando cada vez mais porosos, e com o passar do tempo vão-se fragilizando, o que vai fazer com que aumente a probabilidade de fracturas.
Aqui ficam alguns dos factores de risco, que se dividem entre os não modificáveis (1) e os potencialmente modificáveis (2):
(1) Sexo feminino (nos 5 a 7 anos após a menopausa as mulheres tornam-se mais susceptíveis ao aparecimento da osteoporose), raça branca ou amarela e idade avançada;
(2) Consumo frequente de café e tabaco, dieta baixa em cálcio, excesso de proteínas e fibras na alimentação e sedentarismo.
A prevenção passa essencialmente por uma boa alimentação, rica em cálcio e vitamina D, por praticar exercício físico com regularidade (com conhecimento médico), pela prevenção de quedas e por ter um estilo de vida saudável.
Quando se escolhe uma profissão somos influenciados por um conjunto de referências, de conceitos e de imagens que fomos construindo ao longo da vida. Já aqui falei de algumas coisas que me influenciaram na minha escolha, mas, desta vez, gostava de conhecer outros conceitos de enfermagem.
Por isso, e ao jeito da Jacky, pergunto:
E tu, o que é para ti ser enfermeiro?
Começou tudo com uma sensação estranha numa perna que associei a um esforço físico. Como essa sensação não cessou – pelo contrário, agravou-se –, recorri ao médico, e ao fim de alguns exames foi detectada uma massa tumoral, ou seja, um cancro. Nos dias que se seguiram, tentei preparar-me mentalmente para os tratamentos de quimioterapia e radioterapia. Imaginei-me sem cabelo, emagrecido, enfraquecido... mas nada, mesmo nada, me fazia pensar no que estava para acontecer!...
As análises sanguíneas revelaram que sou seropositivo!
Enfermeira! Nunca pertenci a nenhum grupo de risco, nunca me droguei... Enfim, fui um atleta! Não podia ser, não podia estar a acontecer comigo... Embora tivesse havido uma ocasião...
Aconteceu quando eu e a minha mulher estivemos separados. Eu tive uma relação casual, sem importância. Tempos depois, a minha mulher e eu recomeçámos a nossa vida e tivemos este bebé maravilhoso.
Enfermeira, que futuro construí para o meu filho? Que recordações vai ter de mim?
Tinha 35 anos quando morreu, cerca de um ano depois destas afirmações e dias antes da publicação do Relatório da ONUSIDA de 2004.
O número de doentes deixados nos hospitais por não terem para onde ir está a aumentar. Todos os anos – e principalmente nas épocas festivas – é a mesma coisa: inúmeros idosos doentes, acamados e dependentes são deixados nos hospitais.
No momento da alta clínica as famílias que cuidam dos idosos durante todo o ano simplesmente desaparecem e só regressam no fim das férias estivais ou natalícias. Por vezes são deixados no Serviço de Urgência com indicação de moradas falsas ou telefones inexistentes. Episódios desta natureza são cada vez mais frequentes e vêm, pontualmente, a conhecimento público.
Não existe um levantamento rigoroso destes casos sociais, mas parece-me que o problema está intimamente relacionado com o envelhecimento da população, com o aumento da incidência de doenças crónicas e com a falta de condições de assistência à população idosa.
É preciso compreender que a ocupação de camas por idosos que não têm para onde ir interfere com o número de cirurgias e com as admissões de casos de doença aguda. Há relatos de situações em que idosos permaneceram internados (sem disso terem necessidade) durante vários meses, anos até, embora estes casos de longa permanência tendam a diminuir.
Conscientes desta problemática, a União das Misericórdias Portuguesas e o Ministério da Saúde criaram um protocolo de cooperação que visa acolher os doentes abandonados nos hospitais. Mas isso, no meu ver, é tapar o sol com a peneira. O importante seria criar condições para que os familiares pudessem assistir os seus idosos sem os deslocar do lar e sem alterar o seu modo de vida.
Na última semana aparecerem neste blogue cinco comentadores com uma atitude algo agressiva – chamemos-lhe assim – para com as autoras.
Após uma análise mais atenta dos comentários, cheguei à conclusão de que estes cinco comentadores – joana, yuri, Maria, raul e manel – são uma e a mesmíssima pessoa.
Num dos comentários o yuri até afirma: «estou contigo, joana!» referindo um comentário colocado pela suposta joana noutro post. Estou em crer que «estou em ti, joana!» seria mais apropriado a um comportamento com laivos esquizofrénicos de quíntupla (pelo menos, até agora) personalidade.
O pior de tudo isto é que o indivíduo (tudo indica ser do sexo masculino) parece ser enfermeiro, e alia um péssimo sentido de humor a um indisfarçável e profundo ressabiamento – o que, só por si, não augura nada de bom para o exercício da sua profissão.
Tudo isto é facilmente detectável no que escreveu.
Outros casos já houve em que comentadores discordaram do que aqui foi escrito, dando origem a uma saudável troca de impressões. Mas essa não é nítida e infelizmente a atitude deste indivíduo.
Sinceramente, não consigo compreender o que levará alguém a ter este tipo de atitude ridícula e infantil. Um autêntico enigma do comportamento humano.
"É começar por se calar...
Já repararam como os «diálogos» estão cheios de expressões do tipo: «é como eu quando...» ou «isso faz-me lembrar o que me aconteceu...». Muitas vezes, o que o outro diz não é senão uma oportunidade para falarmos de nós. Escutar é começar por parar o nosso pequeno filme interior, o nosso monólogo portátil, para nos deixarmos transformar pelo outro. É aceitar que o outro entre em nós como se entrasse em nossa casa e aí se instalasse por um instante.
(de autor não referenciado, em Cuidar no Hospital , de Walter Hesbeen, 2000)
Polémico autor e filósofo alemão, nasceu em Rocken, perto de Leipzig, a 15 de Outubro de 1844.
Estudou literaturas clássicas, grega e latina, nas Universidades de Bona e de Leipzig. Cumpriu o serviço militar em 1867 e 1868, e, no ano seguinte, foi nomeado professor de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, cargo esse que veio a abandonar em Maio de 1879, devido a problemas graves de miopia. Em 1870, alistou-se como enfermeiro voluntário durante a guerra franco-alemã. Quando, em 1889, começa a apresentar alguns distúrbios mentais, Nietzsche volta para a casa de sua mãe, perto de Weimar, tendo como enfermeira a irmã até à data da sua morte.
A sua morte, como a sua vida, foi marcada por acontecimentos trágicos. A loucura apodera-se da sua mente morrendo em 25 de Agosto de 1900 sem recuperar a razão.
Entre os livros que escreveu encontram-se obras como:
Origem da Tragédia no Espírito da Música (1872), Considerações Intempestivas (1873-1876), Humano, Demasiado Humano (1878), O Viajante e a sua Sombra (1880), Aurora (1881), A Gaia Ciência (1882),Assim Falava Zaratustra (1883-1891), Para Além do Bem e do Mal (1886), Genealogia da Moral (1887), O Crepúsculo dos Ídolos , O Anticristo, Ecce Homo (1888), A Vontade de Poder (editada postumamente em 1906), entre outros.