Ao reafirmar a importância das emoções e dos pensamentos positivos para a saúde, a ciência assinala que brincar, rir, ter atitudes optimistas, é absolutamente desejável. Para além de melhorar as interacções sociais e a comunicação, os estudos científicos comprovam a libertação de substâncias benéficas para o organismo.
A medicina considera que o humor e o riso são elementos capazes de promover o bem-estar e a saúde que, para além de ajudar na prevenção e no tratamento de doenças, realmente confirmam que "rir é o melhor remédio".
Este estudo recente, vem agora provar que quem canta, para além de melhorar o seu estado de ânimo, reforça o sistema imunitário.
Resta saber se estas conclusões se aplicam a quem desafina. Espero bem que sim, porque, se até aqui deixava as cantorias para os profissionais, agora vou passar a reforçar o meu sistema imunitário.
Neste momento quem está a dar música aos enfermeiros, é o senhor ministro da saúde! Vamos ver se notamos melhorias a nível imunitário... Começamos a notar certamente é a nível monetário!! Para pior... claro!!
Afixado por: En?gma em março 9, 2004 06:03 PMQuerida Cris, só pensa assim quem nunca me ouviu cantar. Quando estivermos juntas lembra-me para te fazer a minha imitação do ratinho Fievel a cantar "Somewhere Out There". Mas tem de ser na rua e longe de zonas habitadas, de preferência... Falando a sério, concordo em absoluto com o artigo. Embora em algumas situações seja difícil encontrar o fio do optimismo para puxar por ele, a verdade é que quando conseguimos encontrá-lo, muitos problemas deixam de o ser.
Afixado por: Sónia em março 4, 2004 04:50 PMPara grandes males, grandes remédios.
Música, se não houver uma "mulher boa" por perto, é do melhor que há para companhia.
Bom, desde que seja música!!! BOA...
Boa sorte, e que nunca fiquem "doentes", pois há muito quem precise de vocês, em bom estado.
É inquestionável a harmonia que a música transporta para o nosso dia-a-dia. Ainda mais em casos de doença, ansiedade, angústia e solidão, não é assim Carlos? Contudo, a interiorização destes conceitos ainda não é muito frequente. Mantém-se a relutância dos nossos dirigentes em estimular e aprofundar a criatividade e a sensibilidade para as artes. A participação na comunidade e sociedade é quase nula, para proveito de muitos. Quanto à afinação Fernanda, frequentar uma escola de música não está nas minhas prioridades mas, nunca se sabe... até lá vou reforçar o sistema imunitário preferencialmente em privado ...beijinhos e obrigada
Afixado por: Cris em fevereiro 9, 2004 11:45 PMCantemos todos e sejamos mais felizes!!
Viva a música!
A música tem um efeito global no estado de saúde dos meus utentes, que todos os dias eu e os meus colegas nos esforçamos por proporcionar momentos de harmonia, de paz, de interacção. Trabalho numa Uci, e a música ajuda-me a manter calmos, serenos, doentes que não estão conscientes, com quem não conseguimos interagir de outra forma. Não é qualquer música obviamente, mas antes música clássica, jazz, instrumentais, alguma música brasileira...basta que seja harmoniosa, calma, não muito alta, mas o suficiente para tornar menos incomodativos os constantes apitos dos alarmes dos sensores e dos ventiladores. O ideal seria até termos as músicas favoritas dos doentes, mas infelizmente ainda não chegamos a tanto...(mas quem sabe, num futuro recente?). O ideal é inovar, arriscar novas metodologias, que muitas vezes nos parecem tão recentes, mas que noutros locais tem décadas de utilização com sucesso! A polipneia reduz-se, a hipertensão ao toque é menos frequente, o facies é mais sereno, isto só para dar alguns exemplos!
Afixado por: Carlos em fevereiro 9, 2004 10:54 PMBem, não se preocupem muito com a (des)afinação porque, como diz a canção, "no peito dos desafinados também bate um coração". Mas
peço-vos encarecidamente que tentem melhorá-la. Garanto-vos que cantar afinado traz ainda mais satisfação. Se tiverem dificuldade podem sempre frequentar um escola de ensino especializado.
Está provado que o optimismo é importantíssimo também no ensino. A atitude perante as coisas determina, e muito, o maior ou menor grau de sucesso em tudo na vida.
Gostava que estes conhecimentos fossem apreedidos, não só pela sociedade em geral, mas sobretudo, pelos nossos ministros. Estes tomam decisões que revelam uma total ignorância e/ou falta de sensibilidade em relação ao ensino da música e das artes em geral. Infelizmente ainda persiste a idéia de que basta saber ler, escrever e fazer contas para que o mundo cresça saudável.
Afixado por: Fernanda em fevereiro 9, 2004 10:26 PMS. volta que estás perdoada, vamos lá ao karaoke ...:-)
Afixado por: Cris em fevereiro 9, 2004 10:25 PMDeves ter uma saúde de ferro, João, ;-). Volta sempre.
Afixado por: Cris em fevereiro 9, 2004 10:24 PMSe eu aliar o cantar ao riso que provoco em mim mesmo de tanto desafinar, obtenho um duplo reforço do sistema imunitário. :)
Afixado por: João em fevereiro 9, 2004 10:02 AM